Vamos lá, poeta, poetisa! Se inspirar, escrever, concretizar em palavras Para não deixar a poesia murchar, entristecer... Vamos lá, poeta, poetisa! Escalar essa íngreme subida E ao topo, levar a nossa sociedade
alternativa.
Imerge num
sono profundo essa cidade, Nesses dias
de folgança e folia E o sangue
que corre pelas suas veias, Congela, se
evapora... Deixando
assim o deserto fazer nas ruas, O seu
carnaval.