No firmamento,
O resto da tarde, lentamente, se vai,
Por trás da linha do horizonte,
Fazendo uma junção
Do laranja com o vermelho,
Enquanto as estrelas
Vão tomando o seu lugar,
E, aos poucos, destacando – se,
Ganhando glória...
Os ventos começam a soprar,
Com mais umidade,
O nosso rosto e os leques
Dos carnaubais do sertão
Até que o véu negro da noite nos cobre
E a luz do luar banha de prata os telhados
Quando, com prontidão, dizemos: Boa noite!
( Sousa )
Maravilhosa...Continue com sua imaginação poetica, esta maravilhosa. Abraços Jacinta
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