sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Na casa do ser







Quanta solidão!
Como pode entrar sem pedir licença
Tapar os  olhos,
E  impedir de enxergar
E de sentir na  pele,
Os dourados raios de sol
De um belo dia?

Quanta! Quanta solidão!
Sobre os móveis -feito poeira-
Ela se assenta por toda parte
Da casa do  ser,
Ou se dispersa pelo chão,
Os  olhos sempre a encontrarão.


( Sousa Neto )

8 comentários:

  1. Gostei. Principalmente do:
    "Ela se assenta por toda parte
    Da casa do meu ser" - essa construção ficou bem bonita, poética mesmo!
    Parabéns!

    Poesia, avante!

    Camila Paula

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  2. Obrigado, Camila! Sou apenas um principiante,né! Ainda estou 'nascendo'! hauuah!

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  3. lindo poema!!!
    Parabéns Sousa :)

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  4. Gostei, mesma linha de tristeza. Forte, eu diria uma melancolia sóbria.. rsrsr.. Gostei!! Parabéns!

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  5. Lindo esse poema. Amei, tá de parabéns Sousa, continue sempre assim ,q você vai longe. Parabéns, muito lindo mesmo. sz

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  6. Que trecho lindo: "Quanta! Quanta solidão!
    Sobre os móveis -feito poeira-
    Ela se assenta por toda parte"

    Ótimo.Parabéns.

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