Como pode entrar sem pedir licença
Tapar os olhos,
E impedir de enxergar
E de sentir na pele,
Os dourados raios de sol
De um belo dia?
Quanta! Quanta solidão!
Sobre os móveis -feito poeira-
Ela se assenta por toda parte
Da casa do ser,
Ou se dispersa pelo chão,
Os olhos sempre a encontrarão.
( Sousa Neto )

Gostei. Principalmente do:
ResponderExcluir"Ela se assenta por toda parte
Da casa do meu ser" - essa construção ficou bem bonita, poética mesmo!
Parabéns!
Poesia, avante!
Camila Paula
Obrigado, Camila! Sou apenas um principiante,né! Ainda estou 'nascendo'! hauuah!
ResponderExcluirLegal!! Gostei muito! ^^
ResponderExcluirParabéns Sousa!
Muita sensibilidade Souza,Amei!
ResponderExcluirlindo poema!!!
ResponderExcluirParabéns Sousa :)
Gostei, mesma linha de tristeza. Forte, eu diria uma melancolia sóbria.. rsrsr.. Gostei!! Parabéns!
ResponderExcluirLindo esse poema. Amei, tá de parabéns Sousa, continue sempre assim ,q você vai longe. Parabéns, muito lindo mesmo. sz
ResponderExcluirQue trecho lindo: "Quanta! Quanta solidão!
ResponderExcluirSobre os móveis -feito poeira-
Ela se assenta por toda parte"
Ótimo.Parabéns.