Como
um buraco amarelo,
Todos
os dias ele se abre
Lá
em cima, em meio ao infinito
Tecido
azul que nos cerca
Rompendo
nossos sonos
Com uma
chuva de ouro,
Todas
as manhãs
Ele resplandece
e aquece
Seu tão
intenso brilho,
Causa
agonia aos olhos, suor, calor...
Revela
bocas sedentas
E lábios
rachados, como o chão seco do sertão
Porém,
uma luz para os corações
Que moram
no breu da noite.
Mas,
do Sol
Tornou-se
mais difícil -
No intervalo entre uma escuridão e outra
No intervalo entre uma escuridão e outra
Suportar
o peso dos raios de hoje.
( Sousa )

Legal!! He he he. Como sempre, Sousa se superando!! Parabéns!
ResponderExcluirOi Sousinha!
ResponderExcluirQue maravilha!!!
A cada poesia você amadurece e nos oferece uma viagem fantástica.
Parabéns!
Bjos
Obrigado, LU. Te adoro. Valeu, ALencar.
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