(Para minha tia Maria
da Salete)
Na calmaria e balanço
das marés da vida
ela me foi, é e será
farol luzente no alto
mar
Alumia-me veredas
Ai, ai de mim!
Se a ternura dela
cor de carmim
não houvesse
Do ventre seu
não parti,
porém do coração teu
nasci.
Imã do meu progenitor,
Pessoa vasta e
sofrida,
Quem me criou
Vestida de tia e mãe
Na vida minha atua,
atuou
No fundo do âmago meu
uma incomensurável
gratulação
por esse colossal
amor,
que me apareceu
E nesses versos
demais singelos
eternizo-te, também
lhe considero:
mãe e tia. (Sousa Neto)

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