quinta-feira, 20 de julho de 2017

Deserto da Alma


Deixara-me.
Agora é tempo
de desertidão, solidão.
Meu peito, nesse instante,
empanturra-se de vazio,
de dunas a dançar sob
o som dos vendavais,
de rajadas de ventos
e de miragens suas,
apenas.

- Sousa Neto -

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