Lancei-me por terra
Moribundo, arfante...
Vendo a alma evanescer
Ao ler aquela mensagem – pontiaguda, afiada
Que golpeou-me o
coração
No centro do meu sinuoso seio
Foi cavado um buraco,
Onde derramei
desilusão, paixão
Quando, veemente encravaram
Veludas palavras: Farto de ti, estou eu!
(Eu, Sousa Neto )

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