Pousou um formoso
pássaro
- cujo o cantar, embevecia,
hipnotizava...
No galho daquela árvore
E fez nos teus dias, cantos e encantos
Quando a estiagem prevalecia
Mas com suas trovoadas
ensurdecedoras
Veio a chuva...
Fazendo-o emigrar, mergulhar
noutro arvoredo.
(Eu, Sousa Neto)

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