segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Negros versos




 Ajoelhado,  rogo...
  Sobre os espinhos de meus maus sentimentos
 Que insistem em aparecer sob o meu pisar,
 Que me assombram noites adentro  
 Roubando, transformando em cacos
  O silêncio das madrugadas
  Por alguém que salve-me
  Do abismo negro  do meu eu.

Eu, Sousa Neto )

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