Ajoelhado, rogo...
Sobre os espinhos de meus maus sentimentos
Que insistem em
aparecer sob o meu pisar,
Que me assombram
noites adentro
Roubando,
transformando em cacos
O silêncio das
madrugadas
Por alguém que
salve-me
Do abismo negro do meu eu.
( Eu, Sousa Neto )

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